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Um pouco mais sobre networking

October 31st, 2008

Nunca se falou tanto sobre networking como atualmente. Não há dúvidas que, com a globalização, o advento da Internet e crescente poder da conectividade, a quantidade de relacionamentos vem aumentando e se intensificando. Talvez por isso networking seja realmente a palavra do momento. Muito embora a palavra tenha ganhado mais força recentemente, ela sempre existiu.

O que é networking
Networking é uma palavra da língua inglesa que nasce da junção de duas palavras, net (rede) e work (trabalho). Quando unidas e colocadas no gerúndio (ing), que dá o sentido de continuidade, trazem o significado da “atividade de criação desenvolvimento e manutenção de uma rede de relacionamentos”.

Estas atividades são realizadas por meio do aumento e intensificação de contatos pessoais, troca de informações, conselhos, oportunidades profissionais ou de negócios. Diferentemente do que alguns pensam, networking é uma rede de relacionamentos formada não apenas por pessoas do âmbito profissional, mas também por todas as pessoas que, de alguma forma, se relacionam com o indivíduo em diversas esferas sociais: família, amigos, colegas de escola, do trabalho e de outras atividades.

Na hora de criar e desenvolver uma rede de relacionamentos, quantidade é importante, mas qualidade é fundamental. E quando falo de qualidade, falo da qualidade das pessoas com quem nos relacionamos e também da qualidade do relacionamento que temos com elas, algo como a freqüência e a intensidade deste.

Qual a importância dele?
Sem dúvida, o networking sempre foi muito importante, pois vivemos em sociedade, e a todo momento precisamos de algo que invariavelmente alguém pode nos ajudar a fazer.

Além do mais, a rede de relacionamentos de um indivíduo é o conjunto de conexões dele com o mundo. É através dela que nos relacionamos com outras pessoas e atingimos muitos de nossos objetivos. Portanto, é importante construirmos e termos nosso networking. Quanto mais qualificadas e atualizadas forem estas conexões, mais facilmente conseguimos informações ou a mobilização de pessoas que poderão nos ajudar a fazer com que nossos objetivos sejam alcançados.

Hoje, no mundo globalizado em que vivemos e com o aumento das formas de comunicação, ter uma boa rede de relacionamentos se faz cada vez mais indispensável.

Como conquistar, manter e ampliar uma boa rede de contatos?
Primeiramente, é importante definir o que é uma boa rede de contatos. Aqui falamos de quantidade e qualidade. No entanto, não importa se o assunto seja quantidade ou qualidade, há um ditado muito apropriado para este momento: “Em vez de caçar borboletas, cuide do seu jardim e elas virão até você”. Portanto, construa e mantenha belo e agradável o seu jardim, ou em outras palavras: seja atraente!

Subdivido agora este ponto em três, sendo eles: o que significa ser atraente, por onde circular e, finalmente, como lidar com os contatos adquiridos.

O que significa ser atraente?
Ser atraente é algo muito subjetivo e difícil de ser descrito. No entanto, podemos assumir que alguns comportamentos são sempre bem-vistos, e praticá-los pode ajudar a caminhar nesta direção.

Não é atraente quem trai, é mentiroso, falso ou dissimulado. Também não é atraente o orgulhoso, pedante ou arrogante. Tampouco é atraente o chato, inoportuno e grudento. O atraente não só fala, mas sabe ouvir e é paciente. Demonstra interesse no outro ao conversar. Evita julgar. Não fala mal de terceiros, pois se assim o fizer, demonstrará ao seu interlocutor que poderá fazer o mesmo com relação a ele.

Por outro lado, uma bela personalidade sempre é atraente, e sobre isso podemos dizer que tem uma personalidade atraente quem é educado, cortês, elegante, amigável, afável, sociável, gentil e simpático. Evite ser irônico, mas procure ser sempre alegre. A alegria atrai e contagia os outros.

Bons valores também atraem, portanto cultive bons valores, tais como honestidade e integridade. Seja verdadeiro, não minta, busque a paz e cumpra sua palavra.

Ainda, uma outra forma de desenvolver uma personalidade atraente é andar com boas pessoas, que da mesma forma cultivem bons valores, busquem a paz e se envolvam em projetos saudáveis.

Ao cultivar uma personalidade bonita e atraente, você estimula outras pessoas a se achegarem até você, além de manter aqueles que você já conhece.

Por onde circular?
Outro ponto importante é o meio onde você circula. Ele será determinante quanto ao tipo de pessoas que irá conhecer.

Sobre alguns meios, não temos muita gerência, tais como a família, a escola e nosso trabalho. No entanto, além destes, você poderá procurar lugares e situações que proporcionem oportunidades para conhecer novas pessoas, o que ajudará na ampliação da sua rede de relacionamentos. Neste sentido, você poderá se associar a um clube, fazer cursos, interagir com grupos com os quais tenha afinidades, ter hobbies, praticar atividades esportivas, participar de ONGs, envolver-se em trabalhos voluntários ou outras atividades que poderão lhe proporcionar conhecer novas pessoas e, conseqüentemente, fomentar seu networking.

Como lidar com seus contatos?
Bem, uma vez sendo alguém agradável e andando em bons meios, você deverá atrair pessoas. Uma vez que isso aconteça, você precisará começar a dedicar tempo e energia para manter sua rede de contatos.

No entanto, é importante perceber que será necessário investir energia e tempo, e que estes recursos são limitados. Quanto maior a quantidade de pessoas com quem nos relacionamos, maior o tempo e a energia que despendemos, caso contrário todos os relacionamentos permanecerão rasos. Assim, é muito importante saber dosar bem a quantidade de pessoas, bem como o foco das atenções. Com tudo isso, percebemos que, para criar, desenvolver e manter uma rede de relacionamentos, é preciso investimento de tempo, energia, constância e paciência.

No entanto, você não conseguirá despender o mesmo tempo e energia com todos. Sendo assim, entendo que seja saudável você categorizar sua rede de contatos. Para isso sugiro que estabeleça seis níveis importantes:

Categoria: amigos ou mais próximos
Quem são: são amigos, parentes e amigos mais próximos. Nesta categoria estão seus melhores e principais contatos. Portanto, cuide bem deles.
O que fazer: mantenha contato com estas pessoas, seja por e-mail, comunicadores instantâneos, telefone ou em contato pessoal. Demonstre genuíno interesse e preocupação com elas e nunca minta ou aja com falsidade e de modo interesseiro. Coloque-se sempre à disposição para ajudar, quando necessário. Preocupe-se com o bem-estar destas e dedique tempo para se relacionar com elas. Programe passeios, almoços, jantares, happy hours e tenha convívio com elas. Lembre-se sempre das datas que são importantes para elas e, sempre que possível, presenteie. Cuide bem daqueles que estão mais próximos de você. Mesmo que nunca precisar deles, é muito bom saber que tem amigos e será muito bem visto e quisto por aqueles de quem você cuida e com quem você se preocupa.

Categoria: de relacionamento constante
Quem são: são aquelas pessoas que, por exemplo, fazem parte do seu trabalho, da sua escola ou mesmo seus vizinhos.
O que fazer: quanto a estas, é importante mostrar-se sempre alguém acessível, agradável, alegre e amigo. O amigo não fala mal pelas costas, não participa da radio-peão, é colaborativo e agradável e também demonstra interesse. Dando atenção a estes pontos, você tenderá a ser alguém bem-visto e bem-quisto no seu círculo de relacionamentos constantes.

Categoria: os novos
Quem são: são aquelas pessoas a quem você já foi apresentado uma vez e que chegou a ter alguma conversa ou rápido relacionamento, onde teve a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a pessoa, mas o relacionamento não evoluiu para nenhum outro nível por falta de tempo ou oportunidade, mas que reconheceu afinidades e percebeu que vale a pena investir para, quem sabe, tê-los mais próximo de você.
O que fazer: esta é a categoria mais importante para o aumento do seu networking. É importante que você perceba a importância de investir tempo e energia nela, pois só assim fará com que sua rede de relacionamento cresça. Com estes, promova um encontro presencial, um almoço, um jantar, um happy hour ou mesmo um passeio. Tenha em mente que estes encontros são uma incógnita e que até poderá se decepcionar com a pessoa. No entanto, melhor ter logo uma decepção e definir para que grupo esta pessoa vai do que ficar investindo tempo e energia com um contato que é apenas uma expectativa, e que depois demonstra ser frustrante. Conhecendo-os melhor depois, você poderá definir em que grupo estes irão constar. Mas lembre-se sempre que, no primeiro grupo, o dos amigos, não cabem muitas pessoas, e muitas vezes, o ato de colocar novos membros lá poderá significar tirar alguns que lá estão ou acabar dedicando menos tempo a todos que lá já se encontram.

Categoria: os apenas conhecidos ou mais distantes
Quem são: são aquelas pessoas a quem você já foi apresentado ou com já interagiu, mas não teve oportunidade de conhecer melhor e, portanto, não pode ainda fazer parte da categoria “novos”. No entanto, houve alguma afinidade e você deseja manter certo contato para deixar as portas abertas e, quem sabe, voltar a ter um novo contato com esta pessoa, ou ainda mantê-la assim, relativamente conectada para quando precisar de algo.
O que fazer: com estas, você deverá entrar em contato com certa periodicidade, seja pessoalmente, através de um telefonema ou mesmo por e-mail. Nestas horas, é importante desejar saber como a pessoa está e demonstrar que você não se esqueceu dela. Mas lembre-se: faça isso sempre de forma saudável, sem falsidade. Com isso, você manterá viva a sua conexão e será lembrado por ela.

Categoria: os ex-mais próximos
Quem são: este grupo é composto daquelas pessoas que já foram amigos ou mais próximos um dia, mas que, por qualquer razão, deixaram de ser.
O que fazer:  este grupo muitas vezes é subdividido entre aqueles que são ex-mais próximos, simplesmente porque a correria do dia-a-dia ou a distância fizeram com estes deixaram de ser mais próximos, ou porque você optou por mantê-los mais distantes. No último caso, somente você saberá dizer que tipo de tratamento desejará ter com estes. No entanto, no caso daqueles que são “ex-mais próximos” simplesmente por distância ou falta de tempo, não dê a este menos do que você dá aos apenas conhecidos ou mais distantes.

Categoria: os indesejados
Quem são: provavelmente estarão nesta categoria aqueles com quem você nunca teve nenhuma afinidade e acredita que nunca terá, ou ainda aqueles com quem você já teve, mas agora não tem mais nenhuma afinidade nem deseja promover nenhuma espécie de aproximação. Aqui estão aqueles que você deseja manter distantes.
O que fazer: esta categoria também é muito importante, e você deverá ter cuidado, sabendo como agir com quem estiver nela. É importante ter cuidado com esta categoria, pois talvez nela estejam pessoas que podem prejudicá-lo e, por isso, de uma certa forma você precisa cuidar delas. Ainda podem estar aqui aqueles que desejam ter uma maior proximidade com você. Portanto, tenha cuidado para não dar qualquer sinal positivo, nem sem querer, para depois ter de acabar ficando numa situação delicada, despendendo tempo e energia com quem não quer ou acabar sendo indelicado em não dar continuidade num processo que você mesmo iniciou.

Atenções especiais

O que sempre se deve procurar fazer:
•    Independentemente das pessoas com quem você interaja, lembre-se sempre que você tem seus valores e se respeita. Portanto, nunca minta ou aja com falsidade: mantenha isso como um valor seu.

•    Sempre seja honesto em suas palavras e evite ser político no sentido pejorativo da palavra. Omita as opiniões mais feias que porventura você tenha de alguém. Guarde-as para você.

•    Nunca seja falso ou aja de modo interesseiro. Sempre que possível, demonstre interesse e preocupação para com as pessoas do seu círculo de amizades. Sempre é muito bem-visto aquele que se preocupa de forma genuína, saudável e se coloca à disposição para ajudar quando necessário.

•    Lembre-se das datas que são importantes para seus contatos.

•    Quando for transmitir seus votos de felicidades numa data especial, não exagere! Seja agradável, mostre que se lembrou da pessoa e transmita-lhe de forma agradável seus votos de saúde, amor, paz, sucesso e felicidade.

O que nunca deve ser feito:

•    Não mantenha muitas pessoas na primeira categoria, pois você dificilmente conseguirá dedicar o tempo e a atenção necessária a todas. Caso faça isso, ou não dará a devida atenção a quem merece ou dará pouca atenção a todas elas.

•    Algo que também nunca deve ser feito é ser inconveniente ou forçar a barra. Talvez você queira muito manter um relacionamento com alguém, mas será que há reciprocidade? Será que esta pessoa também quer, da mesma forma, manter vivo um relacionamento com você? Por mais decepcionante que seja a realidade, devemos encará-la, e o fato é que tentar forçar a barra de um relacionamento poderá ter efeito oposto ao desejado e fazer com que você entre na lista dos “indesejados” do seu contato. Isso é tudo o que devemos sempre evitar.

•    Também não force uma intimidade que não existe. Agindo assim, você só conquistará a antipatia do seu contato e, conseqüentemente, a distância e uma posterior dificuldade de acesso.

•    Seja compreensível e saiba que nem sempre estas pessoas estarão prontas para nos receber, para nos ouvir ou para responder prontamente nossos e-mails ou telefonemas. Nestas horas, nunca ache ruim a demora, como se a outra pessoa tivesse a obrigação de fazê-lo rapidamente. Apenas compreenda e respeite.

•    Lembre-se que criar e manter um bom networking leva tempo e consome energia, portanto, por vezes você poderá sentir-se incomodado com isso. Nessa hora, administre este sentimento e lembre-se que a responsabilidade pela administração do seu tempo e energia é apenas sua. Nunca expresse isso para seu contato, pois ele não tem nenhuma responsabilidade.

•    Quando quiser algo de alguém de seu networking, nunca coloque sua necessidade como uma obrigação para seu contato. Peça com gentileza e coloque também a possibilidade de não ser atendido, afinal, ninguém tem obrigação alguma com você. Nesta hora, mesmo não sendo atendido, agradeça a atenção e procure minimizar a sensação de culpa que você possa ter gerado na outra pessoa, procurando transmitir uma sensação de paz e tranqüilidade para quem não pôde atender à sua solicitação.

Observação final: Por fim, caso esteja se relacionando com alguém notável, importante ou famoso, lembre-se que a quantidade de assédios e pedidos que esta pessoa recebe não deve ser pouca. Nesta hora você poderá ganhar pontos por saber manter-se mais a distância e compreender a situação, respeitando o ser humano que está naquela situação. Às vezes demonstra-se mais consideração por não ser mais um que deseja sugar as energias de outro do que demonstrar interesse. Caso seja esta a situação, poupe seu contato de uma enxurrada de elogios e paparicos. Isso apenas o deixará nivelado com inúmeros outros. No entanto, demonstre de forma discreta que se lembrou dele e que está ali caso ele necessite. Isso trará valor à sua pessoa, e você se destacará de forma saudável aos olhos do seu contato.

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O perfil do novo profissional

August 8th, 2008

O profissional do século XXI é bem diferente do profissional de alguns anos atrás.

No passado, o fim da faculdade significava praticamente o término do período de aprendizado e o início da carreira, que duraria algumas décadas e depois, havia o período da aposentadoria.

Hoje o quadro é bem diferente e com as constantes mudanças que a globalização, os avanços tecnológicos e a Internet trouxeram o mundo realmente mudou.

Estamos vendo dia a dia o desaparecer de empresas tradicionais bem como o surgimento de novas empresas. E todas elas brigam arduamente pelo mercado e com margens de lucro cada vez menores e para se manterem competitivas, precisam de talentos, capazes de fazer frente a este cenário altamente competitivo e a todas estas mudanças que não param de acontecer.

Isto impacta diretamente nos seus colaboradores, que são obrigados a se adaptarem a tudo isso e a se desenvolverem continuamente para se manterem empregados.

Com tudo isso o novo profissional não pode mais pensar em estacionar o seu aprendizado e ao contrário, é obrigado a continuar sentado na cadeira de estudante e se adaptando às constantes mudanças e pensar que depois que você conclui um curso de graduação ou pós-graduação você estará “livre” dos estudos é buscar a decadência da carreira profissional.

Desenvolver-se continuamente significa estar ciente do que anda acontecendo na sua área, participando de fóruns de discussão, blogs, estar em dia com a leitura de livros e periódicos do seu segmento, além do continuo desenvolvimento e aprimoramento de um segundo idioma, neste caso diria que principalmente o Inglês, (e porque não o Chinês também) além manter-se informado e acerca de assuntos que lhe despertam interesse, incluindo aí aspectos culturais, como, música, cinema e teatro, equilibrando assim sua vida social, pessoal e emocional.

Mas o “novo profissional” é também bastante preocupado com a saúde e tem uma maior conscientização em relação a qualidade de vida. Apesar de ter o dia bastante corrido, ele pratica exercícios físicos com freqüência, busca uma alimentação saudável e balanceada e procura ter uma boa noite de sono, que influencia no seu desempenho pessoal, no trabalho, na sua vida social e emocional. Isto, somado aos novos tratamentos faz com que a velhice chegue bem mais tarde.

Todo este quadro tem formado um novo profissional, muito mais dinâmico e ativo, que além de cuidar da sua carreira, ainda precisa arrumar tempo para investir na família.

Com este envelhecimento tardio, os profissionais tem cada vez mais conseguido reunir vigor físico com experiência e o ápice da carreira vem chegando cada vez acima da casa dos 40 anos.

No mundo de hoje, tudo isto é bastante importante para manter em alta a empregalibilidade, que não é apenas a preocupação com o emprego, mas a preocupação em se manter empregado e ativo no mercado de trabalho.

E hoje, quando falamos em recolocação profissional, estamos falando de Internet. Esse profissional, que lida muito bem com as novas tecnologias, opta por fazer seu processo de recolocação através de sites de emprego que, além de ser mais práticos, geram mais resultados.

A Curriculum.com.br, por exemplo, oferece um serviço altamente profissional e gratuito. Na Curriculum você encontra por exemplo, o teste de empregalibidade por que auxilia o profissional a perceber quais são seus pontos fortes e fracos, com dicas para que possa melhorar onde precisa de forma aumentar suas chances de conseguir um bom emprego.

Esse é o perfil do novo profissional, altamente empregável, que não se acomodou e que conseguiu reunir uma boa formação a novos conhecimentos e se mantém com seu aprimoramento contínuo. Que alia o vigor da juventude com a experiência de vida. Que tem um bom círculo de amizades e soube balancear a sua vida profissional, pessoal e familiar. Este tem se tornado o grande talento deste mundo moderno e são as pessoas que cada vez mais fazem a diferença.

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Momentos difíceis demonstram os verdadeiros valores

June 20th, 2008

Muitas vezes passamos por momentos difíceis em nossas vidas.

A maneira como reagimos nestas horas demonstra quem realmente somos!

Podemos comparar estes momentos de provações à refinação do ouro pelo fogo. Este processo elimina todas as impurezas, deixando apenas o metal puro. O resultado é ouro com valor muito superior ao que o metal apresentava em estado bruto.

Utilizando outro paralelo, algo similar acontece com os diamantes: quando encontrados em estado bruto, estão em forma de pedra. Seu real valor só será conhecido no final do processo de desbaste. O diamante é submetido a grande pressão e desbaste, de todos os lados, e precisa suportar este processo sem trincar ou quebrar para demonstrar seu valor. Após este processo, caso tenha suportado e saído integro, terá seu verdadeiro valor identificado e, sem dúvida, muito maior que o original.

Mas o que isso tem a ver com os momentos difíceis, quando suportamos uma grande dor ou pressão?

Sabemos quais são as principais virtudes de um ser humano e, de uma forma ou de outra, todos tentamos desenvolver e demonstrar estas virtudes, entre elas: bondade, mansidão, brandura, fidelidade, polidez, empatia, compreensão, compaixão, coragem, justiça, generosidade, misericórdia, gratidão, humildade, honestidade, verdade, simplicidade, tolerância, pureza, doçura, fé, perdão e sem dúvida, o amor.

A existência ou a ausência destas virtudes são os ingredientes que moldam nosso caráter e nos fazem ser quem somos.

Sob esta ótica, demonstramos facilmente tais virtudes em situações agradáveis, confortáveis e tranqüilas mas, nestas horas, não temos como saber se tais virtudes se apresentam apenas numa camada superficial ou nas partes mais íntimas do ser.

No entanto, é justamente quando o cenário se torna difícil, desfavorável, quando sofremos pressão, dor e dificuldades, de ordem financeira, física ou emocional, que mostramos quem realmente somos.

Nestas horas, de acordo com a forma como suportamos o momento difícil é que temos a oportunidade de mostrar quão íntegros e puros realmente somos, ou que não somos.
Se neste momento continuamos a mostrar nossas virtudes, então nosso valor é aumentado, pois fica comprovado que somos íntegros e realmente temos tais qualidades, sob quaisquer circunstâncias.

Porém, se nesta hora sucumbirmos, mostrando aspectos negativos de nossa personalidade, tais como orgulho, obstinação, impaciência, inveja, cobiça, ira, raiva, rancor, incompreensão, infidelidade, agressividade, desonestidade, mentira, intolerância ou até mesmo o ódio, fica comprovado que todas aquelas virtudes não passavam de uma casca, de uma maquiagem e serviam apenas para esconder o ser nada virtuoso que vivia lá dentro.

Portanto, quando as provações expuserem suas fraquezas, aproveite este momento e faça um balanço da sua vida e se conseguir, posteriormente procure desenvolver virtudes.
Por outro lado, se mesmo sob provações, virtudes emanarem, então que esta pessoa seja ainda mais valorizada e reconhecida por ela própria e por todos aqueles que a cercam, pois assim como o ouro que suportou o refino pelo fogo ou diamante que suportou a pressão do desbaste, esta pessoa tem agora muito valor aos olhos de todos.

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Dia Internacional da Mulher

March 7th, 2008

Sem dúvida o perfil das mulheres de hoje é muito diferente daquele do começo do século e só para exemplificar, na minha empresa, na Curriculum.com.br, elas já são a maioria.

Hoje elas ocupam cargos de responsabilidade, assim como os homens, além de exercerem tarefas tradicionais como cuidar dos filhos, do marido e da casa e eu sei que não é uma jornada fácil.

Mas para elas, trabalhar fora de casa é mais do que uma conquista, pois ganhar seu próprio dinheiro, ser independente e reconhecida é motivo de orgulho para todas.

No mercado competitivo de hoje, as mulheres têm feito cada vez mais a diferença, pois unem produtividade com sensibilidade e equilíbrio, humanizando o ambiente de trabalho. Além disso, contribuem com diferentes visões sobre assuntos por serem geralmente mais questionadoras.

Sem dúvida, elas são tão competentes quanto os homens, e por sua dedicação e entrega ao que fazem, muitas vezes os superam.

No entanto, a conquista pelo seu espaço no mercado de trabalho continua e, por isso, elas precisam continuar a demonstrar força, competência, profissionalismo e seus diferenciais competitivos.

Ainda há muito a ser feito, e cabe a vocês mulheres, a continuidade desta conquista, deste processo. Será com o prosseguimento do seu desenvolvimento pessoal e da demonstração de todo seu profissionalismo e competência que terão, enfim, seu valor plenamente reconhecido e recompensado.

Parabéns por toda esta linda conquista e continuem seu trabalho, com inteligência e dedicação, mas por favor, sem nunca perder o charme e a delicadeza, as mais poderosas armas de uma mulher.
;-)

Dia Internacional da Mulher

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Ode aos “Loucos”

February 2nd, 2008

Esta é uma ode aos “loucos”, também chamados de desajustados, rebeldes ou criadores de caso.

Ou àqueles que vêem as coisas de uma forma diferente,
que não gostam muito de regras ou que muitas vezes se revoltam com o status quo.

Você pode até elogiar, endeusar, duvidar, discordar ou difamar tais pessoas mas,
a única coisa que você não pode fazer é ignorar,
pois são eles que provocam as mudanças e movem o mundo.

Eles imaginam, inventam, criam, resolvem, exploram e inspiram
fazendo a raça humana evoluir e talvez por isso
é que eles tenham que ser “loucos” mesmo.

Afinal quem, senão um “louco”, poderia enxergar uma obra de arte em uma tela vazia,
ou uma estátua numa pedra ou ainda uma música no silêncio?

Da mesma forma, quem senão um “louco” teria coragem de criar um novo negócio
sob tantos riscos ou investir num negócio que nunca foi feito,
ou enxergar mercados que ainda sequer existem?

Alguns podem vê-los como loucos, mas nós preferimos chamá-los de empreendedores.

Pois somente as pessoas que são loucas o suficiente para pensar que podem mudar o mundo,
tem o poder de realmente fazê-lo.

Aos outros restará apenas a opção de admirá-los ou difamá-los.

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Curriculum Busca: conseqüência da evolução tecnológica

November 9th, 2007


Em fevereiro de 1946 surge o primeiro computador, o Eniac. Seu surgimento não ocorreu no ambiente empresarial, mas no meio acadêmico, mais precisamente na Universidade da Pensilvânia.

No entanto, nos anos 60 e 70, o poder do processamento e da informática chegava às empresas, que por sua vez começam a processar dados e informações em mainframes.

Esta foi a Era IBM.

Já nas décadas de 80 e 90, vimos o poder do processamento ir além do núcleo das empresas, invadindo as estações de trabalho de cada funcionário com micro-computadores, oferecendo a eles mais desempenho na produção de textos com editores de texto e velocidade em números com planilhas eletrônicas. Ao mesmo tempo, os micro-computadores chegavam também aos lares das pessoas.

Esta foi a Era Microsoft.

No início dos anos 90, Tim Barners Lee cria o protocolo HTTP e a linguagem HTML. Com isso, Marc Andersen cria o Netscape. Está criada a World Wide Web, que é o lado colorido e interativo da Internet.

Como conseqüência, explode a difusão do uso da Internet. Paralelamente assistimos a uma enorme expansão da utilização da micro-informática, com os computadores chegando aos lares das pessoas. Com tudo isso, o início do século XXI é marcado pela inclusão digital e o poder do processamento ao alcance dos cidadãos comuns.

Esta é a Era Google.

Uma vez que o poder de processamento estava disseminado entre as pessoas comuns, ocorre uma verdadeira revolução. Alguns cidadãos, até então apenas consumidores passivos, tornam-se ativos, produtores de conteúdo. Com isso nascem os blogs e as Wikipedias.

Esta é a Era Web 2.0.

No entanto, todas estas inovações trouxeram para todos nós um momento único, em que tanto as empresas quanto as pessoas estão agora interligadas, tendo ao seu alcance o poder do processamento, podendo gerar conteúdo.

Portanto, como última etapa deste processo, agora todos os cidadãos podem gerar e divulgar via web o conteúdo que considero o mais importante para cada ser humano: seu próprio currículo.

Além de serem gerados, agora estes currículos podem ser propagados eletronicamente para as empresas através de um sistema que, com uma interface simples, faz com que sejam encontrados da mesma forma com que o Google nos oferece páginas da web: o Curriculum Busca.

Por toda sua história focada no currículo, por continuar desenvolvendo sistemas que administram currículos por mais de 8 anos, por seu modelo de negócio baseado na gratuidade do cadastramento do currículo e da vaga e, principalmente, pelo contínuo reconhecimento do mercado, a Curriculum.com.br estruturou-se de forma inigualável para poder oferecer agora esta ferramenta ímpar.

De maneira simples e rápida, o Curriculum Busca encontra e organiza currículos, exibindo-os em seus resultados conforme sua relevância, como nenhuma ferramenta jamais fez.

Assim como o Google identifica e organiza as páginas web de maneira inteligente para que rapidamente possamos encontrar o que procuramos na Internet, o Curriculum Busca faz o mesmo, porém com outro item: o currículo.

Durante 8 anos a Curriculum.com.br reúne e organiza currículos de forma inteligente para agora oferecer às empresas toda esta grande base, acessível por meio de uma interface tão simples e fácil de ser utilizada como a do próprio Google.

Se no Google você encontra páginas web, no Curriclum Busca você encontra currículos.

Enquanto sabemos que toda empresa, por menor que seja, em algum momento irá contratar do outro lado, todas as pessoas também irão, em algum momento da sua vida, pensar em sua carreira e procurar um emprego.

O Curriculum Busca veio para facilitar o encontro entre o candidato e a empresa.

O Dicionário Merriam-Webster Online já aponta “Google” como uma palavra do vocabulário inglês, que significa “buscar/procurar na Internet”. Então não é errado dizer que:

Enquanto pessoas buscam empresas no Google, empresas googlam pessoas no Busca.

O verbo “to google”, já incluído no dicionário mencionado, equivale a “googlar” numa adaptação coloquial em português. Tomei então a liberdade de fazer uma brincadeira com esta nova palavra, que significa “procurar na Internet”.

‘Marcelo Abrileri no lancamento do Curriculum Busca’

Marcelo Abrileri no lançamento oficial do Curriculum Busca no dia 7 de Novembro de 2007.

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Persistência sim, teimosia não

November 9th, 2007

Afinal, qual a diferença entre persistência e teimosia?
Pois é exatamente sobre isso que vou falar um pouco agora.

O que o nosso velho e bom dicionário nos diz a respeito? Teimosia vem de teimoso e, segundo o Houaiss, é aquele que teima: turrão, cabeçudo, que se prolonga, insistente, prolongado.

Já persistência vem de persistente, que segundo o mesmo Houaiss significa demonstrar constância, insistência, perseverar, continuar a ser (de uma certa maneira), conservar-se, perdurar.

A diferença é sutil, mas concordamos que persistência é uma qualidade, enquanto teimosia é um defeito.

Certa vez, uma pessoa me disse: persistente é o teimoso que deu certo.

Em outras palavras, se você insistir em algo e, ao final, seu intento der certo, você foi persistente; no entanto, se após ter insistido, seu intento acabou dando errado, você foi teimoso.

Bem, concordo parcialmente com isso e prefiro dar uma outra definição.

Primeiro, note que o ato de insistir encontra-se em ambos os termos. Portanto, insistência é simplesmente tentar novamente. Mas tentar novamente como?

Bem, se você insiste e faz as coisas do mesmo modo como fez da primeira vez, então eu diria que você está sendo teimoso. Pois não se deve esperar um resultado diferente por apenas se repetir uma ação.

Diria ainda mais. Ao analisar os motivos que o levaram ao fracasso, caso você perceba que, mesmo com possíveis mudanças, a probabilidade de sucesso é muito pequena, e mesmo assim repita este procedimento várias vezes, diria novamente que está sendo teimoso.

No entanto, se ao analisar e ponderar, vislumbrar uma nova maneira de fazer, onde o resultado pode ser realmente diferente, com êxito, então neste caso você está sendo persistente.

Eu abordo estes termos neste momento porque, neste ano, a Curriculum.com.br conquistou vários prêmios:

O TOP de Marketing da ADVB com o caso “Um anúncio de sucesso” (referente ao modelo grátis - veja os nossos números: http://www.curriculum.com.br/crescimento), o TOP de RH da ADVB, com o caso “Veezux, a nova geração para o recrutamento online”, o Top of Business da Montreal, o Top of Quality da Ordem dos Parlamentares, o Qualidade Internacional da Omni Quality e, por fim, o Top of Mind - Fornecedores de RH, da Fênix Central de Negócios, na categoria de Site para Recrutamento, sendo eleita pelos profissionais de RH do mercado como a empresa mais lembrada.

Desta forma, este ano foi a coroação de uma persistência de mais de 8 anos de intenso trabalho, dados nossos resultados e todos estes prêmios, principalmente por este último.

Conquistamos isso sempre procurando analisar, ponderar e descobrir novas formas de superar os obstáculos e as dificuldades que apareciam. Ouvindo nossos usuários e clientes, adaptando nosso sistema, fomos devagarzinho conquistando um melhor posicionamento neste mercado tão competitivo.

Mesmo quando a Curriculum foi totalmente abandonada pelos investidores por ocasião do estouro da bolha da Internet em 2000, ou quando operamos nossos negócios no vermelho por vários anos, ou até mesmo quando sofremos ataques inescrupulosos dos nossos concorrentes, dentre inúmeros outros problemas que surgiram em nosso caminho, fomos com persistência, e não com teimosia, descobrindo soluções e contornando os obstáculos, criando e vislumbrando como nos posicionar melhor em todos estes momentos tão difíceis.

Quando um serviço não emplacava, procurávamos compreender onde erramos, ouvíamos novamente os anseios dos nossos usuários e clientes, procurávamos corrigir nossos erros e, assim, buscávamos nos posicionar melhor frente a estes insucessos.

Buscávamos não repetir as mesmas ações infrutíferas que já haviam sido feitas e encontrar aquelas que poderiam funcionar.

Para isso, tivemos que jogar muita coisa fora, refazer o site várias vezes, arrumar nossos serviços outras inúmeras vezes, mas fomos persistentemente nos aprimorando.

Tivemos momentos muito, muito difíceis, impossíveis de serem colocados agora em palavras, sendo que em alguns momentos, tudo parecia estar perdido, e a derrota parecia ser inevitável.

No entanto, com persistência e não com teimosia, fomos conduzindo os negócios até que conquistamos um final feliz. Ao ponto que, no dia em que ganhamos o último destes prêmios mencionados uma frase muito conhecida do cineasta Jean Cocteau me veio várias vezes à mente:
Não sabendo que era impossível, foi lá e fez.”

Acho que foi assim mesmo que tudo aconteceu!

Ter conquistado todos estes resultados e ganhado todos estes prêmios, após mais de 8 anos de luta, sem dúvida teve um sabor muito especial. Se a diferença entre o persistente e o teimoso é o final da história, acho que da mesma forma posso dizer que fomos persistentes.

Para terminar, vejam só que interessante: o nome da empresa que nos deu este último prêmio:
Fênix!
Não é um nome que resume toda esta história da Curriculum?

Não poderia ter sido melhor, não é mesmo?

Enfim, diga não à teimosia, mas se encontrar maneiras de vislumbrar um resultado melhor e tiver forças para insistir, seja persistente, pois a vitória após a persistência é sem dúvida muito mais gostosa.

Trofeus

Prêmios ganhos em 2007

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A força do trabalho em equipe

September 3rd, 2007

Muitas pessoas se admiram pelo trabalho feito na Curriculum.com.br ao longo destes 8 anos.

Ouço várias pessoas dizendo coisas tais como “não sei como você suportou”, quando se referem aos momentos difíceis que passamos, pós-estouro da bolha da Internet, juntamente com a saída do Bank of America e o total abandono dos investidores da época.  

Sem dúvida, não foram momentos fáceis. Ao contrário, foram momentos muito difíceis. Também não foram períodos rápidos, que passaram logo, mas períodos longos, muito longos, que acabaram por testar ao máximo nossa perseverança e nossos valores. 

No entanto, boa parte desta resposta está no fato de eu ter tido o privilégio de contar com um grande time, uma maravilhosa equipe ao meu redor. Sim, pois sozinho jamais teria feito coisa alguma, jamais teria conquistado qualquer coisa. 

Naquele momento, eu estava rodeado de grandes pessoas de fibra e coragem, verdadeiros guerreiros que demonstraram caráter, postura, comprometimento e muito profissionalismo.

Foi apenas pelo fato de que todos nós estávamos juntos naquele momento que conseguimos enfrentar aquela difícil situação.

No entanto, continuei tendo o privilégio de ter ao meu lado um valioso time, não só naquela hora, mas depois também, continuei a achar pessoas de valor que vieram somando e ajudando em todo o decorrer destes anos.  

Desde novos colaboradores, que estão há mais tempo comigo, bem como os novos e mais recentes, que também já se tornaram muito importantes, até mesmo pequenos e estratégicos investidores que surgiram em momentos cruciais e muito importantes até os maires que nos ajudaram a chegar até onde estamos agora. 

Todos este time se uniu de tal forma que não seria errado dizer que somos como que um, tal qual uma manada tem sua força da sua união, assim somos nós, individualmente até temos nossa força, mas juntos, somos muito mais fortes.

Portanto, não tenho dúvidas de que a maior parte do sucesso de hoje deve-se à força deste valoroso grupo, a este time e da união de todos nós em todos os momentos, principalmente nos mais difíceis. 

Uma união saudável, de comportamentos saudáveis em busca de um ideal justo e correto.

Felizmente, tudo está tendo um final feliz, mas sei que poderia ter sido diferente e discordo totalmente daqueles que dizem coisas como: “lógico que este seria o final, vocês têm valor, sempre trabalharam muito, trabalharam sério, portanto tinha que terminar assim”.

Não, isso não é verdade e nem sempre o final é assim, feliz!

Digo isso porque o risco sempre esteve presente e as chances do insucesso existiam de fato e existem muitos casos onde o final não é feliz e o risco de dar errado sempre existiu e sempre existirá, não só aqui, mas em todos os lugares, em todas as empresas. 

Por isso, quero aproveitar este momento e deixar os meus parabéns a todos aqueles compuseram este time e que de alguma forma, arriscaram seus futuros, suas carreiras, acreditando no ideal da Curriculum.

Parabéns não apenas por não terem abandonado, mas por terem lutado bravamente durante todo este tempo, com tanta garra, coragem, comprometimento, determinação, força, entusiasmo e profissionalismo. 

Mais do que os frutos que começam a chegar, entendo que devemos comemorar o privilégio que todos tivemos de estarmos unidos como estivemos e de termos formado este time tão especiais e valioso.

Para concluir, quero aproveitar um vídeo que eu vi no YouTube, e que foi minha inspiração inicial para escrever este texto (portanto, tente não deixar de assistir, vale a pena).

Usando o vídeo já mencionado e fazendo agora uma brincadeira, vamos fazer um paralelo e comparar a Curriculum a um pequeno búfalo, bem jovenzinho de idade, recém-nascido e totalmente inofensivo. Imagine que este filhote tenha caindo nas garras de leões vorazes que querem devorá-lo. Ai, depois, imagine que este pequeno búfalo acabou também sendo alcançado pelas mandíbulas de um enorme e faminto jacaré.

Que fim trágico o espera, não? 

No entanto, em meio a estes dois vorazes predadores, neste trágico momento, com seu triste fim praticamente traçado e quando todos pensam que a morte do pequeno búfalo é inevitável, surge a manada dos búfalos (o time), aqueles que deram origem a este filhote.

Nesta hora, todos estes búfalos juntos, como um destemido time, unido e corajoso, enfrentam ambos os perigos, mesmo colocando suas próprias vidas em risco, e então, todos eles juntos, salvam este pequeno búfalo, deixando claro o valor e a força que tem um time.

Para entender melhor, convido você a assistir agora ao filme abaixo para compreender melhor a força que a união de um time pode ter.

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A importância cada vez maior das pessoas nas empresas

July 19th, 2007

Com o contínuo avanço da tecnologia e a abrangência cada vez maior da Internet, estamos presenciando uma grande globalização bem como o rompimento de fronteiras regionais e da inovação. Parece que mais nada é impossível.

Isso cria um universo de possibilidades em todos os sentidos. 

As conseqüencias?

Por exemplo, há duas décadas, ouvíamos música no toca-discos, e a mídia era o velho LP (long play). Depois veio o K7 e depois o CD aposentou de vez o LP. Agora, muitos nem usam mais CD, pois podemos baixar a música pela Internet em formato digital, transportá-la em pen drives e ouvi-las em iPods, sendo que, em breve, estaremos ouvindo música a partir de nosso telefone celular (iPhone e similares). 

Estas mudanças não afetaram apenas a maneira como ouvimos música, mas afetaram todo o mercado da música.

Mas não foi só o LP que nos deixou. Foram também as máquinas de escrever, as câmeras fotográficas com filmes em película, o fotolito, o FAX, o palito de fósforo e inúmeras outras coisas que rapidamente estão ficando no passado. 

Mas, para cada coisa que fica para trás, outras novas entram no seu lugar e com estas surgem novas culturas e novos mercados tão rapidamente quanto os antigos deixam de existir. 

Nesta mesma velocidade, surgem novas empresas que em pouco tempo conquistam valor, às vezes muito valor. Por exemplo, o Google praticamente não existia há 10 anos. Uma década depois, vale hoje US$ 168 Bi. Isto é mais do que 10 Fords (US$ 15 bi) ou 8 GMs (US$ 18 bi). 

Da mesma forma, profissões deixam de existir e outras novas surgem a cada dia. 

Desde pequeno ouvi que, com a tecnologia, as máquinas tomariam os lugares dos humanos, que a tecnologia fomentava o desemprego. Ouvia coisas do tipo: “as máquinas vão tomar os lugares dos trabalhadores”, “antes trabalhadores colhiam, hoje, colheitadeiras fazem isso” ou ainda “homens trabalhavam na fabricação de carros, hoje, com linhas de produção automatizadas, robôs fazem este serviço”. 

Mas quer saber a verdade? Eu nunca concordei com este raciocínio. Será que ninguém percebeu que, por outro lado, alguém tem que criar, produzir e vender tais máquinas, os robôs das linhas de montagens e as colheitadeiras automatizadas? Sim, algumas profissões deixarão de existir, é fato, mas por outro lado, outras surgirão em seu lugar. Por isso eu sempre discordei de que “a tecnologia e as máquinas tomariam os lugares dos seres humanos”. 

E se as máquinas farão cada vez mais o trabalho mecânico, operacional e repetitivo. Caberá aos humanos, cada vez mais, o trabalho mental, criativo e estratégico. 

Ou seja, o que está havendo, e não é de hoje, é uma mudança no perfil das necessidades de trabalho do mercado e conseqüentemente, uma mudança no perfil do trabalhador, sendo este cada vez menos mecânico e operacional e cada vez mais criativo, estratégico e intelectual. 

Relembrando agora o início deste artigo e sabendo que o custo de aquisição de tecnologia, de máquinas e equipamentos fica a cada dia mais barato e, por conseqüência, está cada vez mais ao alcance das empresas, é fácil perceber que praticamente qualquer empresa poderá ter acesso a todas estas tecnologias disponíveis.  

Mas se então todas as empresas terão as mesmas tecnologias, onde ficará o diferencial competitivo das empresas? 

Nas pessoas!

Sim, cada vez mais o talento humano será reconhecido. Cada vez mais estará na criatividade, na inspiração, na estratégia e no sábio uso do conhecimento adquirido o diferencial competitivo.

Por isso, o profissional talentoso e bem preparado será cada vez mais valorizado. E isso continuará assim, não importando o tamanho ou a idade de uma empresa.

Há pouco tempo, durante uma conferência, aquele que até então era o homem mais rico do planeta, Bill Gates, dono da Microsoft, disse que sua companhia tinha 20 pessoas realmente muito boas e que faziam a diferença. Segundo Gates, se esses 20 profissionais fossem embora, a Microsoft se tornaria uma empresa comum ou até mesmo insignificante no mercado. Segundo Gates, portanto, algumas poucas pessoas fazem a Microsoft.  

Percebe? Mesmo em empresas grandes, consagradas e aparentemente seguras, os talentos individuais e do grupo são definitivos para seu crescimento, existência, sucesso e continuidade. 

Meditante isso, é fácil deduzir que as empresas estão cada vez mais exigentes quanto ao perfil dos seus profissionais, e quanto o talento humano sará cada vez mais valorizado. 

Quando falamos em talento, lembramos de várias qualidades, tais como: criatividade, empreendedorismo, experiência, capacidade de trabalhar em equipe, foco, organização, formação, especialização, visão sistêmica, comprometimento, honestidade, integridade, conhecimentos em informática e Internet, conhecimento de outro idioma (preferencialmente o inglês) dentre muitas outras. 

Deduzimos também que contratar bem é e será cada vez mais importante e, preenchendo uma vaga com “quem aparecer” é algo que deveria ser abominado, pois quando não se coloca a pessoa certa no lugar certo, a empresa não se desenvolve, há grandes prejuízos e todos sofrem com isso.

Assim sendo, os profissionais responsáveis pela contratação têm uma responsabilidade cada vez maior em suas mãos, pois está nos ombros destes construir o time que fará da sua empresa um sucesso, ou um fracasso. 

Isso explica um pouco por que para muitas empresas continua difícil preencher uma vaga, mesmo havendo tantas pessoas desempregadas. Isso acontece porque as empresas procuram talentos, procuram pessoas valiosas.

Do outro lado, infelizmente muitos profissionais, não se desenvolveram e consequëntemente não são reconhecidos como talentos e por isso, acabam tendo baixa empregabilidade. 

Mediante tudo o que disse, não seria errado afirmar que o título mais adequado para este artigo poderia ser “A importância das pessoas com talento nas empresas”, pois assim como é fato que cada vez mais as pessoas serão importantes nas organizações, da mesma forma, o talento e os valores individuais serão cada vez será valorizados. 

Em alguns dos próximos artigos, abordarei aspectos que considero muito importantes e que, a meu ver, serão sempre valorizados, mas infelizmente estão cada vez mais raros de ser encontrados nas pessoas hoje.

Marcelo Abrileri, 19 de Julho de 2007 - 12:00

Pessoas

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A “realidade” do Second Life

July 6th, 2007

Tenho lido e ouvido falar muito sobre o Second Life. Vejo que grandes e respeitadas empresas têm aderido aos encantos deste novo serviço, e profissionais de destaque, em excelentes posições, têm investido polpudos recursos e defendendo que este é o futuro e que ele veio para ficar. 

Sem dúvida, eu admiro o trabalho que os profissionais do Second Life estão fazendo. A proposta é interessante, bem como todo o trabalho de tecnologia envolvido, e sem dúvida admiro principalmente o trabalho do pessoal de marketing e comunicação deles. Sem dúvida, estes estão de parabéns! 

Digo isso porque, diferentemente destas grandes e respeitadas empresas e seus renomados profissionais, que vêm se envolvendo e divulgando o Second Life, com todo o respeito, não concordo com todo este barulho, com todo este encantamento que a mídia vem dando e, principalmente, com o timing do Second Life.  

Acho extramente duvidoso apostar no Second Life, hoje.

Falo isso porque primeiramente não vejo a Internet como um fim, mas quase sempre, como um meio. As pessoas vão para a Internet para buscar informações, procurar empregos ou profissionais, comprar e vender coisas, encontrar conhecidos ou até mesmo conhecer novas pessoas para sair, interagir e namorar. 

Em segundo lugar, quando utilizamos a Internet para interagir com outras pessoas (via e-mail, Messenger, Skype e similares), queremos fazê-lo do modo mais objetivo e prático possível, porque a finalidade neste caso é poder se expressar e receber de volta o que a outra pessoa escreve ou fala. Perceba então que, novamente, o foco está no conteúdo, e não o meio em si.

Ou seja, em praticamente qualquer caso, a Internet é quase sempre um meio, que ajuda as pessoas a viverem melhor suas vidas aqui fora, no First Life. 

A meu ver, o que queremos é sentir o calor do sol, ouvir o barulhinho da chuva, os sons dos passarinhos, saborear uma boa comida, admirar uma flor ou uma bela paisagem, namorar, amar, ou seja, viver a vida como ela é, com todos os nossos sentidos, vendo, ouvindo, cheirando, tocando e experimentando, tudo do nosso velho e bom jeito de viver. 

É fato que vamos, sim, utilizar cada vez mais a Internet, mas como meio, como ferramenta, para encontrar o que fazer aqui fora, no mundo real.  

Há, no entanto, uma ressalva importante a se fazer, uma exceção nesta história. Infelizmente existem pessoas que não estão bem momentaneamente ou que não estão bem adaptadas à vida real 

Algumas pessoas têm problemas em se mostrar por qualquer que seja o motivo, ou porque não estão bem com sua aparência ou porque têm dificuldades em se relacionar, ou qualquer outra coisa do gênero. Estes, sim, provavelmente desejarão viver no virtual, no Second Life, onde poderão contornar suas inconformidades, criando personagens virtuais do jeito que não são na realidade 

Tirando este universo de pessoas, eu não consigo imaginar por que alguém deixaria de viver o First Life para gastar seu tempo no Second Life.  

Mesmo assim, fui ver tudo de perto. Baixei o software, instalei, fiz meu login, construí meu avatar (o bonequinho do Second Life) e interagi com o sistema. Não há dúvida que a proposta é muito interessante, mas como disse, não consegui perceber que há apelo suficiente para me tirar daqui da minha vida real. Depois que tive este primeiro contato, voltei mais uma ou duas vezes, e a vontade de continuar lá foi se esvaindo. A curiosidade e o apelo de conhecer podem até existir, mas compreendo que o apelo para continuar é muito, muito fraco 

Vale dizer ainda que eu trabalho com tecnologia, acredito que tenho mente aberta e estou cercado de pessoas abertas, que vivem tecnologia no seu dia-a-dia e que em geral compram fácil todas estas novidades 

Pois mesmo estando inserido neste universo de pessoas, não conheço ninguém que está lá, no Second Life. Alguns até já interagiram e também fizeram seu avatar, mas ninguém continuou lá. 

Então, não tenho como não concluir que, infelizmente, o que está acontecendo é o velho efeito “Maria vai com as outras” 

Ironizando: afinal, se a Empresa X entrou, então deve ser bom. Se o Beltrano da Empresa Y e o Ciclano da Empresa Z estão lá, ou estão falando bem do assunto, então deve ser algo bom e deve ter futuro!

:-\

Não quero dizer com tudo isso que a idéia não seja interessante, ou mesmo que não tenha lá o seu apelo. Mas a meu ver, o barulho que está sendo feito é muito, muito maior do que o Second Life é capaz de nos oferecer de fato. 

No entanto, lá na frente, bem lá na frente, no futuro, que eu diria ainda estar um pouco distante, quando pudermos usar nossos sentidos reais para interagir com o mundo virtual (paladar, olfato, audição, tato e visão), como se estivéssemos no mundo real, aí sim, a meu ver, o Second Life terá todos os méritos que ele está recebendo hoje, e eu mesmo o indicaria para que bons investimentos fossem feitos nele.  

Portanto, não consigo deixar de concluir que se o Second Life resistir aos dias de hoje, estarão nele praticamente aqueles que não conseguiram ter êxito aqui no mundo real e foram buscar uma via alternativa, uma válvula de escape, pois para mim, quem é bom da cabeça e saudável vai querer continuar a curtir as delícias da vida real, que estão aqui fora, no First Life. 

Marcelo Abrileri, 6 de Julho de 2007 - 22:00

Second Life Enviroment

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